Arquivo da categoria ‘Insurgente – Veronica Roth

Incapaz de sentir amor, lealdade ou perdão!!!   Leave a comment

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“Balanço a cabeça. Não consigo me imaginar vivendo da maneira que ele vive, sempre me lembrando de quem me deu o que, e do que preciso dar de volta, incapaz de sentir amor, lealdade ou perdão, como um homem de um olho só, procurando pelo olho de outra pessoa para furar. Isso não é viver, é uma versão mais pálida da vida.”

Insurgente – Veronica Roth

Há sempre algo a aprender   Leave a comment

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“Às vezes sinto que estou colecionando as lições […] Há sempre algo a aprender, sempre algo que é importante entender.”

Insurgente – Veronica Roth

A tristeza…   Leave a comment

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“A tristeza não é tão pesada quanto a culpa, mas rouba mais de nós.”

Insurgente – Veronica Roth

Você nunca as conhecerá de verdade, mas às vezes decide confiar nelas.   Leave a comment

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“Descobri que as pessoas são compostas de camadas e mais camadas de segredos. Você pode achar que as conhece, que as entende, mas seus motivos serão sempre ocultos, enterrados em seus próprios corações. Você nunca as conhecerá de verdade, mas às vezes decide confiar nelas.”

Insurgente – Veronica Roth

Acho que choramos para liberar nosso lado animal, sem perder a humanidade.   Leave a comment

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“Li em algum lugar, não sei quando, que não há explicação científica para o choro. O único propósito das lágrimas é lubrificar os olhos. Não há um motivo real para as glândulas lacrimais produzirem um excesso de lágrimas por causa de emoções. Acho que choramos para liberar nosso lado animal, sem perder a humanidade.”

Insugente – Veronica Roth

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INSURGENTE

Sinopse: Na Chicago futurista criada por Veronica Roth em Divergente, as facções estão desmoronando. E Beatrice Prior tem que arcar com as consequências de suas escolhas. Em Insurgente, a jovem Tris tenta salvar aqueles que ama – e a própria vida – enquanto lida com questões como mágoa e perdão, identidade e lealdade, política e amor.
Quem leu “Divergente” e depois continuou com “Insurgente” se surpreendeu com o avanço que Verônica deu na protagonista Tris. Depois de tudo que a nossa heroína passou no primeiro livro ela acaba deixando de ser aquela garotinha de 16 anos, sem muita experiência, e se torna uma verdadeira integrante da Audácia, muito mais destemida, certa de suas escolhas e corajosa. Para mim, ficou só um saldo negativo, pois, na minha opinião, a Tris ficou muito dramática, adquiriu uns traumas meio sem sentido para alguém que escolheu como facção a Audácia, por mais que ela seja uma divergente e ainda carregue muitos traços da Abnegação.
Com relação ao “Quatro” (Tobias) gostei muito mais do seu personagem nesse segundo livro, onde ele mostrou mais do que é capaz e do líder que ele pode ser, não deixando de ser aquele cara super apaixonado pela Tris, capaz de dar a própria vida por seu amor.
Agora, o ponto alto de Verônica nesse segundo livro foram os demais personagens, achei incrível como ela incrementou a história com os seus personagens incrivelmente complexos, humanos, audaciosos… Jeanine, Marcus, Joahna, Peter, Cristine, Zeke, Marlene, Lyn, etc. Estes personagens enriqueceram muito a história como um todo, deixando mais complexa e muito mais intrigante.
O final do livro foi o grande ápice da história, onde Verônica solta uma enorme bomba em nossas mãos e vai embora para o terceiro livro. A gente fica com muita vontade de já cair de cabeça nesse terceiro livro, que na verdade, não vi criticas muito boas sobre ele. Um monte de outros blogs e pessoas que conheço se decepcionaram bastante com ele. O que está me desanimando bastante para concluir essa saga… Mas sou meio teimoso então vou querer ler com meus próprios olhos pare depois confirmar essa decepção toda.
Mas o segundo é um ótimo livro que deu a sequência merecida para Divergente.
Abraços e beijos, Berma! 😉
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